quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Segundo prefácio das viagens



Namastê! 


Surjo de um dos meus Universos pra dizer sobre as canções da minha alma. Entre a meada do fio, Gabriel, um poeta, artista transformador de mundos, me dá as honrarias de compartilhar ideologias numa rede livre, que transborda sensibilidade e delicadeza. Portanto, gratidão, amigo! Por me agraciar com um espaço onde exponho também minhas viagens. E como não se encantar com elas? Viajar é um ato tão instigante. Sair de si e experimentar as energias renovadas de romper a capa. Estar exposto pra vivenciar o que antes era desconhecido. Viajar é mar. Horizontalmente começo a ganhar espaço ao passo que abranjo minhas conquistas em formato manual, ganhando areias. Minhas águas em extensão. 

E logo depois, recolho o que consigo absorver do atemporal movimento das marés do meu ser, que anseia por dinâmicas viagens, essas que me trazem até aqui. E mais que isso, viajar é sinônimo de jornada. Fazê-la é também percorrer universos do meu íntimo. E por que não dizer que uma das razões de existir seja constantemente realizar viagens internas, onde paisagens são modificadas conforme nossa aura muda de cor, pensamentos e gostos. Que venham surpreendentes, emocionantes e extraordinárias viagens nos misteriosos infinitos do pensar poético!

Avante, cosmonautas! 

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